Comecei na produção de eventos. Foram quatorze anos praticando uma disciplina que quase ninguém percebe quando é bem feita: a de fazer uma experiência acontecer sem que a estrutura apareça.
Aprendi ali que presença não é sobre ser visto — é sobre ser coerente. O que sustenta uma sala não é o que brilha, é o que se repete com intenção.
Com o tempo, entendi que o mesmo princípio governa marcas e pessoas. Uma marca não se impõe pelo volume; ela se acumula pela consistência. Foi por isso que migrei da produção para a construção de presença — o território onde percepção vira reputação.
Traduzi esse trabalho numa filosofia, o Presença®, e num estúdio, o CM. Não acredito em mais, acredito no suficiente. Meu papel é ajudar marcas a decidir o que dizer, como dizer e — o que quase sempre é mais difícil — o que deixar em silêncio.